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Reino da França

Casa Real

Gabinete do Monarca



Aos meus compatriotas franceses,

As autoridades estrangeiras aqui presentes,

Aos diplomatas e turistas,



O Reino da França desde que tornou-se soberano, vem sendo moldado de acordo a cada era vivida, pelo amadurecimento do projeto, pela solidificação de suas instituições e legislação e a participação ativa da sociedade de cada época.


Contudo, não perdeu a essência a qual ele foi projetado, um micronacionalismo voltado para princípios básicos, tão debilitados na lusofonia atual: ambiente salutar, democracia plena e formação de novos micronacionalistas.


O ambiente salubre que foi apregoado para ser o francês, seria o ambiente sem discussões infrutíferas, sem a luta bestial por status e reconhecimento sem trabalho justificável, onde os feitos do passado tivessem os devidos reconhecimentos, sem servir de indulgência para a inatividade. Enfim, um ambiente harmonioso e aconchegante, onde tanto novos e experientes, sentissem o verdadeiro prazer do hobby.


A democracia plena no confeito francês é a possibilidade de qualquer cidadão poder exercer uma atividade micronacional em igualdade. Sem privilégios de antiguidade ou benfeitorias realizadas. A falta de privilégios não significa a falta de reconhecimento, é a possibilidade de um postulante propor e trabalhar em um projeto, ao qual ele tenha compromisso e regularidade, estabelecendo assim, mais uma forma de participação micronacionalista. Seja ela virtualista ou concretista, o importante é o desenvolvimento individual através da produção qualitativa, o que leva o engrandecimento da nação.


A nossa democracia também busca, mesmo sendo uma monarquia, delegar ao Poder Real a função de regulador das relações micronacionais e mediador de conflito. Essa posição reguladora não conota uma fragilidade ou abstração do Poder Real, pelo contrário, a Casa Real passa a ser o principal fiel e propulsor da atividade qualitativa. Sendo um farol, guiando nos caminhos tortuosos e uma sentinela presente em todos os momentos, para coibir toda ação que venha de encontro aos princípios fundamentais da França.


A formação de novos micronacionalistas hoje é o principal desafio da lusofonia, pois dentro de tantas outras formas de sociedades virtuais, o micromundo parece o menos atrativo, que outrora. A principal plataforma de relacionamento, os grupos de email, dá sinais claros de esgotamento e a implantação de outros meios ainda não é bem vista pelos tradicionais.


Acolher e ensinar o novato no micromundo é uma prioridade francesa. Estamos usando os meios humanos para atingir esse árduo objetivo, pois entendemos que a manutenção da lusofonia estará diretamente ligada a atração e a retenção de novos micronacionalistas.


Essas intenções podem parecer utópicas, porem são totalmente viáveis, com o comprometimento de todos que propuseram-se a ser um cidadão francês, desde os maios experientes aos recém chegados. A máxima popular nesse sentido, tem total clareza , “ a união faz a força”. Todos unidos em prol dessas realizações, contribuindo de acordo as habilidades e disponibilidades individuais, podemos construir um projeto inovador e solido, exemplo a ser seguido e um grande difusor da lusofonia.


A Casa Real com o poder que lhe é inerente e a responsabilidade de dar um novo rumo para alcançar a essência do projeto francês, como agente regulador, vai modificar algumas práticas micronacionais existentes em França e possibilitar a criação de novas formas de comunicação e relacionamento. A Casa Real publicará uma série de medidas necessárias a manutenção das atividades na micronação francesa e garantir seu crescimento.



Cordialmente,





 

Última atualização em Ter, 09 de Fevereiro de 2010 17:55
 
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Esta é uma simulação e em nenhum momento reivindicamos ou apoiamos grupos separatistas da nação francesa.